quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Contato com possíveis participantes da recepção de visitantes no Cabuçu

Nesse sentido estamos fazendo dois trabalhos paralelos, ambos com o objetivo de termos contato e integrarmos moradores do bairro aos roteiros de visita ao Cabuçu.
1. Identificação de famílias para compor uma rede dedicada à produção de laches, cafés da manhã, almoços e manufaturados. Maia e Anderson estão fazendo esse levantamento com um formulário de pesquisa.
2. Contato com a SMA de Guarulhos e exposição de nossas propostas de trabalho aos monitores formados e em formação pelo Programa de Jovens, da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde de São Paulo. Sexta-feira passada, Maia, Weber, Ju e eu nos reunimos com Marcondes, que responde pelo Programa de Jovens em Guarulhos, para marcarmos uma conversa entre os dias 07 e 08/03/09. Nossa intenção será a de convidar os jovens formados/em formação para monitorarem as trilhas que estamos formatando no Cabuçu. O GEP-TEA irá fornecer encontros entre o grupo e os jovens cujo objetivo é, em princípio, integrar os jovens à ideia de Turismo Pedagógico de Base Local, Turismo Comunitário, Educação Ambiental Crítica e, também à dimensão prática do trabalho, que é o reconhecimento e familiarização com os caminhos, trilhas e roteiros de visita ao Cabuçu.
Machado

Seguindo os passos do grupo que trabalha a formatação dos roteiros de visita ao Cabuçu

Buenas!

Bom, nosso grupo de formatação dos roteiros de visita ao Cabuçu tem trabalhado semanalmente buscando seguir o cronograma exposto há duas semanas em nosso grupo de emails. O trabalho se dá na direção de reconhecer as trilhas externas e internas ao parque, identificar pontos de interesse e respectivos conteúdos de informação que poderão ser discutidos com os visitantes, bem como as necessidades de marcação e de intervenções para dar mais seguranças em locais escorregadios, pontos da trilha que precisam ser mais bem demarcados etc.

Já fizemos o reconhecimento das trilhas internas ao parque, que deverão constituir a complementação do Roteiro B (como exposto a seguir). Fizemos também o reconhecimento da trilha externa ao parque que liga o Jd. Monte Alto ao Morro do Sabão, fazendo parte do Roteiro C (como exposto a seguir). Nas últimas três semanas nos dedicamos a reconhecer as trilhas do Jd. Siqueira Bueno e da Proguaru e suas ligações com o mirante, o pico e o acesso ao pesqueiro, para então termos em mãos mais detalhes para planejar o Roteiro A.

Os roteiros que dispomos até o momento são estes:

ROTEIRO A
Duração: 1h (Luz – Cabuçu) 3h30 (trilha) + 2h (almoço) = 6h30

- Saída da Estação da Luz (8h)

- Paradas do ônibus: Entroncamento da Dutra-Fernão Dias (exposição do início do território de Guarulhos/ Viaduto em construção (exposição do acesso direto da cidade ao Cabuçu – Dutra, viaduto, Av. Paulo Facinni, Av. B. H. Hunnicut, Estrada do Cabuçu)

- Abordagem sobre a cidade em direção à Serra e por meio da incorporação total do Cabuçu (asfaltamento da Av. B. H. Hunnicut / Construção do Supermercado Sonda / construção de condomínios)

- Parada na Proguaru e exposição da questão da reciclagem de entulho
- Siqueira Bueno (Trilhas Paraíso das Borboletas / Pico Pelado / Jardim dos Cardosos)* (lanche na trilha)

- Almoço (12h30 ~ 14h30)

*O término da trilha no Jd. Dos Cardosos poderá ser em dois pontos (identificados na imagem do Google Earth em laranja e em verde – 1º e 2º reconhecimento externo ao parque)


ROTEIRO B
Duração: 1h (café) + 3h30 (trilha) + 1h15 (almoço) + 2h = 6h45

- Café da manhã no CEA (8h ~ 9h)

- Trilhas Siqueira Bueno / Proguaru / Mirante / Pico Pelado / Sítio do Banco / Pesqueiro (lanche na trilha)

- Almoço / Atividades no Pesqueiro (12h30 ~ 13h45)

- Entrada no Parque: Trilha do Tapiti / Jaguatirica (14h ~ 16h)

ROTEIRO C

Duração: 1h (café) + 3h30 (trilha) + 2h (almoço) = 6h30

- Café da manhã no CEA (8h ~ 9h)

- Trilha do Monte Alto / Morro do Sabão (lanche na trilha)

- Almoço / Local a definir (Jd. Monte Alto, Morro do Sabão ou Jd. Siqueira Bueno)

A imagem a seguir ilustra o espaço a ser trabalhado no Roteiro A. As convenções são as seguintes:

- em amarelo: caminho a té agora reconhecido;
- em verde e em laranja: possibilidades de compor o mesmo roteiro, passando pela parte urbana
- em lilás: o falta ainda reconhecermos de caminho até o pesqueiro;
- em vermelho: possibilidade de um Roteiro A1, que também termina na parte urbana, mas não dá acesso ao mirante nem ao pico).

A seguir a imagem que ilustra (aproximadamente) o Roteiro C.

OBS: falta ainda ilustrarmos na imagem do Google Earth o roteiro B.

Algumas imagens de nossas saídas a campo.

Trilha Monte Alto/Morro do Sabão (Roteiro C)


Vista do Jardim dos Cardosos a partir do Jd. Monte Alto (início do Roteiro C)

Imenso processo erosivo ao final da trilha do Roteiro C (Morro do Sabão) - boa oportunidade para discutir a transformação do meio para implantação de futuros condomínios

Machado





terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Alguns resultados visuais de nosso primeiro reconhecimento de trilhas

Esse aqui é um vídeo produzido pelo Maia que expõe nossa primeira ida a campo para reconhecer as trtilhas para composição dos roteiros ao Cabuçu.
Nesse caso o vídeo apresenta imagens de nosso trabalho dentro do parque. Trata-se de uma forma de registrar e também de ensaiarmos futuras peças de divulgação dos roteiros.
Machado

video

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Propostas de estudos que precisamos fazer

Bom dia a tod@s!

Seguem algumas propostas de levantamentos e estudos que nosso grupo precisa fazer. Gostaria de usar esse espaço do blogue e do nosso grupo de email para discutirmos (se deve ser isso mesmo, se é por aí mesmo, se o caminho pode ser outro etc.).
1. Turismo de base local ou comunitário: bases conceituais para seu desenvolvimento (tô estruturando esse).
2. Turismo pedagógico, de base local e a educação ambiental nas visitas ao bairro Cabuçu (também tô esboçando esse aqui).
3. Economia solidária: possibilidades de articulação com o turismo de base local no bairro Cabuçu.
4. Roteiros de visitação ao bairro Cabuçu: a perspectiva da educação ambiental crítica e integração entre moradores e visitantes (nesse aqui estamos eu, Marcos, Weber e Maia, e acho que Juliana pode ajudar muito com as ideias que deu).
5. O desenvolvimento do turismo em Áreas de Proteção Ambiental: os casos das APAS Capivaria-Monos, Bororé Colônia (São Paulo) e Cabuçu-Tanque Grande (Guarulhos).
6. Identificação da influência do processo do Projeto Cabuçu nos envolvidos, no bairro Cabuçu e nas organizações e instituições de Guarulhos (nesse aqui até o momento estão Somália, Maia e Aninha).
7. Identificação de famílias e potencial de produção de alimentos e manufaturados para roteiros de visitação nos loteamentos Jardim dos Cardoso, Jardim Monte Alto e Jardim Siqueira Bueno (pra esse aqui fiquei de esboçar um modelo de formulário para fazer o levantamento de casa em casa. O Maia se dispôs a realizá-lo).
Acho legal podermos apresentar como estão ficando os trabalhos em curso, bem como postarmos novas propostas e, principalmente, que se dispõe a colaborar nos trabalhos.
Quando tivermos resultados mais consistentes, podemos marcar uma conversa entre tod@s para socializarmos e discutirmos os rumos de outros trampos.
OBS.: lembrando que esses textos, além daqueles que já produzimos em outras circunstâncias (trabalhos de conclusão de curso, capítulo de livro sobre turismo e rascunhos e textos da época do CEDOC-TUR) têm o propósito de serem organizados em uma publicação ddo GEP-TEA futuramente.
Rodrigo Machado